DURABILIDADE NATURAL DA MADEIRA DE JEQUITIBÁ EM ENSAIOS DE DETERIORAÇÃO EM CAMPO ABERTO E FLORESTA DURANTE AS ESTAÇÕES DE SECA E CHUVA

  • Mariely Aparecida Ribeiro Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Avenida Alexandre Ferronato, 1200, Setor Industrial, 78550-000, Sinop, MT, Brasil.
  • Diego Martins Stangerlin Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Avenida Alexandre Ferronato, 1200, Setor Industrial, 78550-000, Sinop, MT, Brasil.
  • Adilson Pacheco de Souza Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Avenida Alexandre Ferronato, 1200, Setor Industrial, 78550-000, Sinop, MT, Brasil.
  • Gabriel Valim Cardoso Departamento de Engenharia Florestal, Centro de Educação Superior Norte-RS, Universidade Federal de Santa Maria, Linha Sete de Setembro, s/n, BR 386, km 40, 98400-000, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
  • Leandro Calegari Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal, Universidade Federal de Campina Grande, Bairro Santa Cecília, 58700-970, Caixa Postal 64, Patos, PB, Brasil.
  • Darci Alberto Gatto Centro de Engenharias, Universidade Federal de Pelotas, Conde de Porto Alegre, 793, Centro, 96010-290, Pelotas, RS, Brasil.

Abstract

O presente trabalho teve como objetivo avaliar a durabilidade natural da madeira de jequitibá em ensaios de deterioração em campo aberto e floresta durante as estações de seca e chuva. Para tanto, amostras de jequitibá, com dimensões de 1 x 2,5 x 20 cm (espessura, largura e comprimento, respectivamente), foram soterradas parcialmente no solo. Periodicamente, as amostras de jequitibá foram pesadas e avaliadas por um critério de notas, para determinar o percentual de massa seca residual e o índice de deterioração, respectivamente. Adicionalmente, foram determinados o potencial de ataque fúngico e as características edáficas (umidade volumétrica, matéria orgânica e pH). A madeira de jequitibá apresentou menor massa seca residual e índice de deterioração quando submetidas aos ensaios de deterioração em campo aberto no período de chuva e em floresta no período de seca. O ambiente de floresta apresentou características edáficas mais propícias à deterioração da madeira de jequitibá, exceto no período de chuva em que ocorreu saturação de água. O potencial de ataque fúngico apresentou comportamento semelhante à massa seca residual e ao índice de deterioração. Apesar da subjetividade na atribuição do índice de deterioração, verificou-se boa correlação com a massa seca residual das amostras de jequitibá.

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Author Biography

Diego Martins Stangerlin, Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Avenida Alexandre Ferronato, 1200, Setor Industrial, 78550-000, Sinop, MT, Brasil.
Graduado (2007) e Mestre (2009) em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria. Doutor (2012) em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília. Professor Assistente I da Universidade Federal de Mato Grosso - Campus Sinop - desenvolvendo atividades de ensino e pesquisa no Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais (desde 2010). Experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Tecnologia e Utilização de Produtos Florestais (Secagem e Biodeterioração da Madeira).
Published
30-12-2014
How to Cite
Ribeiro, M., Stangerlin, D., de Souza, A., Cardoso, G., Calegari, L., & Gatto, D. (2014). DURABILIDADE NATURAL DA MADEIRA DE JEQUITIBÁ EM ENSAIOS DE DETERIORAÇÃO EM CAMPO ABERTO E FLORESTA DURANTE AS ESTAÇÕES DE SECA E CHUVA. Comunicata Scientiae, 5(4), 402-411. https://doi.org/10.14295/cs.v5i4.262
Section
Original Article